quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Resenha: Psicose




Título: Psycho
Autor: Robert Bloch
Editora: DarkSide
Número de Páginas: 240
Ano de Publicação: 2013  

No ritmo na série Bates Motel, inspirada na vida de Norman Bates, personagem de “Psicose“, resolvi ler o livro. Agora posso enxergar as pequenas diferenças no roteiro, entretanto a série continua com sua essência incrível, tal como o filme.
O livro anteriormente deu origem ao filme Psicose, produzido por Alfred Hitchcock.O filme é um dos maiores suspenses do cinema e marcou uma geração. Tal que o cinema pode ser dividido em aP e dP ( antes e depois de Psicose), já que fora lançado em 1960 e nunca fora visto tanta “loucura” em um filme do período. 
Norman Bates foi inspirado em Edward Theodore Gein, o sociopata sexual mais famoso dos anos 50. A relação com a mãe de Ed Gein é muito semelhante da dos personagens, o modo de agir, de se vestir. Podemos dizer que o personagem de Robert Bloch é uma copia mais leve do assassino.
Pegando um pouco da loucura do mundo real, adicionando um pouco de fantasia ,suspense e mistério foi criado Psicose. O conflito entre a mente e o homem tem seus caminhos divididos de maneira constante da trama, o leitor experimenta isto de maneira constante. Sinceramente, no livro eu não sabia mais para que lado torcer, eu desejava apenas saber mais sobre o mistério, mas de uma maneira que não afetasse negativamente os personagens.
O livro explora bem a psicose do personagem principal, mostrando-o de uma maneira incrível. Invadindo e desvendando para o leitor com minúcia e lentamente quem é quem no livro. Não diria que a história é assustadora, mas genial. Robert Bloch conseguiu criar um personagem único que ao acabar o livro, deixa o leitor desejando saber mais, ora do passado, ora do futuro, por fim apesar disto o livro não deixa a desejar.
Enfim o livro é incrível, sendo fã do gênero, da série, do filme, vi-me apaixonada ainda mais pelo livro. É envolvente, louco e consegue, em alguns momentos, confundir até a mim mesma que já conhecia a história. Como se mesmo que eu já conhecesse tudo, eu chegasse a imaginar um final completamente divergente. É incrível e difícil, mesmo para quem não curte o gênero, não gostar.
Há aqueles dirão que a história é clichê, entretanto para o período que foi publicado o livro é genial. Pois, quando se trata de Psicose mesmo hoje há dúvidas cientificas, agora imagine há muito tempo atrás. São incríveis, os conflitos dentro da mente de Bates, suas ideias e caminhos perdidos, dentro de si próprio.
Á história começa com Mary Crane, uma mulher que rouba muito dinheiro de seu chefe, 40 mil dólares, e vai à procura do namorado em uma pequena cidade, porém no caminho ela se perde e acaba indo parar no Bates Motel. Este tem como proprietário o misterioso Norman Bates. O local é completamente afastado de tudo, por causa de outro desvio construído para cidade, a mulher por causa de uma tempestade se hospeda no motel. Como não há nenhum restaurante por perto, Norman a convida para jantar com ele. Segundo o homem, ele mora sozinho com a mãe, Norma, uma senhora muito doente que descansa no quarto desta.

No inicio da história fica difícil para quem nunca ouviu falar da história descrever o Norman e a Norma, não se sabe o que vai ocorrer ou o quem é quem na história. Quando Mary Crane aparece, se imagine diversas possibilidades para a trama, nem sempre termina como o imaginado. Até a própria garota têm seus conflitos internos, suas ideias contraditórias. 
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