quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Coisas novas



Na maioria das vezes escrevo sobre como me sinto perdida e o quanto me sinto triste. Lembro-me daqueles momentos que me fizeram mal e misturo com toda a dor deixada pelas derrotas atuais, como se isso fosse me ajudar a entender da onde vem tanto problema. Como se lembrar do que eu já passei pudesse me ajudar a passar pela dor atual, mesmo que pareça que ela se multiplica a cada vez. Mas, tenho uma ideia meio bizarra da dor ou dos muros no meu caminho e sempre passo por um desses problemas, eu penso: Um dia eu vou rir disso. Esse pensamento suporta durante um tempo, depois volto para estágio de dor, depois volto para ideia. Acho que é um surto de bipolaridade que me ajuda quando eu perco a fé no meio do caminho.
Eu olho para os lados e para as demais pessoas tudo parece tão mais simples. Acho que talvez eu goste de me torturar com essas ideias loucas. Ou eu seja egoísta por pensar que os meus problemas são maiores. Mas, são involuntários, talvez, muitos pensem assim. Cada um vê o seu problema como o maior e o mais difícil. Mas, se você olhar bem, verá que todo mundo tem problemas, porém cada um passa por aquilo que pode suportar.
Se olhar para o mundo a sua volta, verá que há situações que provavelmente nunca suportaria. Você acha que suportaria a fome? Ou uma doença terminal? E mais um mar de problemas que só quem tem força de verdade é capaz de vencer. Então, realmente todos veem seus problemas como os maiores e comigo não é diferente. Não me orgulho disso, pelo contrário, gostaria de apreender a reclamar menos.  
Talvez seja a idade, apesar de eu odiar culpar tal fator. Porém, tenho 17 anos de idade, acabei o ensino médio no ano que passou e mal sei o que quero para a minha vida. Tudo isso me assusta e me deixa apreensiva. É uma fase que desejo que acabe e ao mesmo tempo que me ensine bastante, para que no futuro, quando vierem problemas maiores eu seja capaz de suportar e superar.

Não gosto de muros em meu caminho, não vou ser hipócrita e dizer que admiro tantas derrotas e confusões, mas posso dizer que um dia serei capaz de superá-las. E talvez tudo isso seja bom, porém por enquanto perifiro continuar nessa bipolaridade de sentimentos que talvez um dia, venham ajudar a formar quem eu sou.
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